JORNALISTA É AMEAÇADA POR SEGURANÇA DA UNINCOR
Carlos Edyl
Durante as manifestações de repúdio a insistência de Adair Ribeiro em se manter reitor contrariando toda a população tricordiana, na tarde do dia 15 de fevereiro no pátio da universidade a jornalista Karol Balista, do jornal Folha do Sul, foi agressivamente ameaçada por um dos seguranças da tropa de choque mantida por Adair Ribeiro. Enquanto fotografava os manifestantes, possivelmente para definir os alvos de uma possível retaliação, conforme já foi dito pelo chefe da tropa de choque Valmir Rosa, um dos seguranças abordou a jornalista dizendo que ela ‘estaria ferrada’ – sic. Ex-estudante da instituição, Karol Balista logo se identificou como profissional da imprensa, em pleno exercício de seu trabalho, e em resposta ouviu ‘Pior ainda. Você tá fodid....”
Karol Balista é jovem, porém experiente, e com seus 1,60m e 50 kg é bem franzina. Talvez daí a coragem do segurança valentão mantido por Adair para ameaçá-la. Já devidamente identificado em inúmeras fotografias, brevemente ele terá oportunidade de confirmar suas ameaças ou reconsiderar.
DR. JOSEFINO PEDE INTERVENÇÃO NA UNINCOR
Carlos Edyl
O juiz de direito aposentado Dr. Josefino de Carvalho impetrou ação popular no dia 21 de fevereiro solicitando do poder judiciário a imediata nomeação de um interventor na UNINCOR. Somente assim se garantiria a restauração da paz e normalidade, necessária numa instituição de ensino. A ação popular pede ainda plenos poderes, inclusive de polícia o interventor, de forma que este possa resguardar o patrimônio público.
Dr. Josefino fundamenta seu pedido no artigo 798 do CPC, que concede ao juiz o poder de determinar medidas provisórias adequadas para evitar que a manifesta revolta popular acabe por tomar rumos não pacíficos. Segundo o ilustre advogado, os desmandos e falcatruas praticadas contra as finanças da UNINCOR tornam o caso apropriado para a necessária intervenção.
DR. TUFI NEDER MEYER
Na sua ação popular, Dr. Josefino sugere ao juiz que seja nomeado interventor o médico Dr. TUFI NEDER MEYER, ex-secretário municipal de saúde, conceituado, de reputação ilibada e que tem, através de freqüentes artigos publicados na imprensa, demonstrado acentuado interesse pelo bem comum da população tricordiana.
A ação recebeu pedido de urgência e depende agora da apreciação do juiz designado para analisar a petição.
FOTOGRAFIA PROIBIDA PARA MENORES
Carlos Edyl
O editor do jornal FOLHA DO SUL, advogado Dr. Paulo César Pereira, está em dúvidas se publica em seu jornal uma foto que lhe foi entregue e que muitos dela tem conhecimento. De tão grotesca, a foto pode até chocar os mais pudicos e crédulos, mas ao mesmo tempo é reveladora do grau de conveniências entre os repudiados ex-gestores da UNINCOR e determinada autoridade. A tal foto está sendo submetida à rigorosa apuração se é uma forjada montagem ou, como tudo indica chocantemente verídica. Muita gente há de ficar com a ‘orelha’ em pé, adianta o editor do jornal FOLHA DO SUL.
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CARLOS EDYL SANTIAGO FILHO, jornalista, funcionário administrativo da Câmara municipal de Três Corações.
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Escrito por Carlos Edyl às 21h39
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PROVOCAÇÕES
COMENTÁRIO ANÔNIMO RECEBIDO.
[Vilma Souza] [vilminha@hotmail.com] [www.vilmaaq.blogs.pt] Caro colega, creio que esta é uma cidadela mediocre onde há crianças na escola, índice zero de analfabetos e a prefeitura cumpre com todas as suas obrigações zelando pelo patrimônio público. Por toda essa perfeição em sua cidade, o espanto com decisões judiciais é tão grande...rsrsr... Mas como tudo nessa cidade é perfeito, os políticos não roubam, ganham retribuição justa pelo papel social que desempenham é que falta assunto para o seu lindo e novelístico Blog, como ao que parece pensa. Você consegue ser ridículo em todos os seus textos, um talento que ficou para trás por não ter garra de ir de encontro aos seus sonhos...rsrsrs... Ora, ora, se esquece o quanto sua antipatia te faz pouco querido por muitos desconhecidos que só agora descobrem o motivo da repulsa. Mas esteja certo que tanto ataque gratuito o levará ao alto , mas lembre-se: tudo o que sobre desce. Deus jamais falha quando pesa a verdade em sua balança. Nem orixá, nem homem algum são páreos para a justiça divina!Boa sorte
RESPOSTA AQUI JÁ QUE, PREVISIVELMENTE, O ENDEREÇO ELETRÔNICO ERA FALSO:
Thank’s.
Prezada Senhora,
Prefiro mil vezes a crítica que me aprimora do que o elogio que me envenena.
Obrigado por expor sua opinião no meu blog onde tenho maior receio de me achar dono da verdade.
Felicidades.
Edyl
Escrito por Carlos Edyl às 19h27
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QUARESMA OU BRINCADEIRA DE MAU GOSTO?
Carlos Edyl
Como gosta de dizer meu bom amigo Chico Elias nos momentos apropriados, faço uso de suas palavras: ALTO LÁ!!!!!
Brincadeira tem hora, oras.
E a situação não é para brincadeiras não.
Que estória é essa de um dia a UNINCOR parece estar caminhando pra resgatar sua credibilidade e no momento seguinte surge uma ‘liminar’ de uma das instâncias do judiciário possibilitando, ainda que provisoriamente, o retorno do ‘magnífico’ Adair Ribeiro como reitor da nossa Universidade.
E isso mesmo com todas as manifestações de repúdio por parte da população e as numerosas evidências de que sua gestão foi marcada por suspeitas de desvio de dinheiro, mas muuuuuuito dinheiro mesmo, para enriquecimento de alguns poucos.
CHEGA!!!!
O carnaval acabou faz tempo e não temos vocação para palhaços não!
RUA CRESCENTE
A noite de quarta feira, 20 de fevereiro, teria um eclipse lunar, segundo os telejornais. Fora isso, ou mesmo com isso, seria mais uma noite qualquer de uma quarta-feira qualquer. Para quem pensava que a quaresma de hoje em dia não tinha mais mulas-sem-cabeça, sacis e outros seres do nosso imaginário coletivo, aqui em Três Corações não faltam fantasmas a nos assombrar e fazer temer pelo nosso futuro.
Antes fossem sacis-pererês, mulas-sem-cabeça, curupiras e algo assim. O que nos assombra é muito mais perigoso, nocivo, nefasto e letal do que as lendas que povoavam o mundo que um dia conhecemos. Meu pai sempre dizia que devemos temer muito mais os vivos do que os mortos. E é verdade. São muito mais perigosos ainda os muito vivos. E em Três Corações há uma epidemia desses seres. Surgiram em bando, unidos no objetivo de chupar nosso sangue e tudo mais que nos seja valioso. Parasitas. Predadores.
E não é o louco da esquina, o ‘Pelé Batata’, a ‘Lagartixa’- redescoberta pelo Franklin Douglas-, a Dona Rute, o Gilberto, o Yeyé. Não, não, não. São outros. Ardilosos, hipócritas que se apresentam como autoridades, com um passado que, pressupomos, teriam a zelar.
A UNINCOR é um exemplo de onde nunca imaginaríamos existir seres tão anti-sépticos. E é de lá que eles proliferaram e resistem em sair.
A quaresma é época de seres bizarros, fantasmagóricos. Outros meramente alegóricos. E dali, da UNINCOR, ficam a nos parasitar, tentando impedir que possamos detectá-los, e devidamente eliminá-los. Escondem-se com títulos de doutor, professor, padre, maestro, capitão, irmão. No fundo são simplesmente nocivos.
Precisou dessa quarta feira de cinzas para que o povo, nas ruas, manifestasse mais uma vez seu repúdio. Repúdio crescente. Foi bonito de ver. O povo. É bonita a vontade do povo. A voz do povo. Tudo que é contrário ao povo deve ser extirpado. Civilizadamente. Ou então pelos instrumentos previstos no Contrato Social. Ai de quem se põe a contrariar o povo. A subestimar a inteligência do povo.
Como prova insofismável, presenciamos a manifestação que afastou o temor de toda população quanto ao nosso futuro, e que é ao mesmo tempo o que assombra Adair, Baldim e Braz.
Pergunto: O que os leva a essa insistência? O poder? O dinheiro? (mais????) A vaidade? Ou o temor de serem tornados públicos documentos que atestem uma eventual culpabilidade?
Que documentos serão esses, capazes de destroçar ainda mais a reputação do que essas manobras sórdidas e autoritárias que menosprezam a população?
Quais segredos detêm Braz Pagani para ser tão temido assim? Que documentos são ainda mais graves do que o já inadmissível comportamento que induz o julgamento da população de uma culpabilidade gravíssima?
Serão realmente os problemas da UNINCOR muito mais graves que possamos imaginar?
Ficamos a esperar o restabelecimento, sabe-se lá quando, da normalidade da UNINCOR para sabermos do Presidente Ubsclender e Reitora Joana sobre a real situação, já que ambos demonstram sinceridade e disposição em compartilhar a gestão da entidade com a população, legitima proprietária, ao contrário do ex magnífico Adair e Padre Baldim, cuja gestão temerária se fez agravar quando se tornaram reféns de Braz Pagani.
Ao mesmo tempo aguardamos quando o Ministério Público estadual irá interferir nessa festa de fantasia onde quem deveria exercer suas atribuições se esconde atrás de máscaras que não mais se sustentam.
Quando alguém perceberá que o problema da UNINCOR deixou de ser estritamente acadêmico e se tornou questão de honra para a comunidade???
É numa hora como essa que nos sentimos órfãos de liderança, um povo que tantos querem manipular, mas ninguém se apresenta para defender.
Please, alguém, venha nos trazer juízo.
E justiça.
E na páscoa, renasceremos.
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Carlos Edyl Santiago Filho, jornalista, funcionário administrativo da Câmara Municipal de Três Corações. Mais do autor:
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Escrito por Carlos Edyl às 02h45
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A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS
Carlos Edyl
Corre na cidade comentários sobre nova liminar conquistada por Adair Beira-rio dando-lhe direito de retomar a Reitoria. Retomar é o termo mais apropriado que reassumir, já que o ex-servente de pedreiro de meia-colher considera a UNINCOR, e todo patrimônio da Fundação Comunitária, como sua propriedade pessoal com a qual faz uso e desuso conforme seus próprios interesses e vaidades.
Liminar judicial é uma sentença ‘provisória’, assim como seus efeitos. Adair e o ‘padre do pau oco’ Baldim podem ganhar uma, duas, dez liminares, mas o que importa é a sentença final, que julgará o mérito da questão. E quanto a isso, tanto o Conselho quanto a população já tem opinião formada sobre quem são os mocinhos e quem são os bandidos nessa dantesca novela.
UNIVERSO PARALELO
Escorraçado da UNINCOR por alunos, funcionários e população, Adair Pavãozinho manipulado como marionete por Braz Pagani e crédulo no apoio do sobrenatural invocado pelo seu guru ‘pai’ Rhonnel, se encastela no sítio do Tambor e atua como se nada tivesse acontecido.
Nesse seu delírio psicótico, chega a enviar ofícios para a UNINCOR assinados como Reitor e ainda teve o desplante de comunicar a bancos e entidades parceiras da entidade aqui em Três Corações e em cidades com outros campi, que a atual gestão não tem legitimidade para tomar qualquer tipo de decisão. Tais decisões, claro, ainda seriam exclusivas a ele.
Além de falsidade ideológica, esse seu desvario, creio cada dia mais, é caso patológico de psiquiatria.
OMISSÃO
Membros do Conselho não escondem a cada vez maior revolta com a omissão do Ministério Público diante tantos e tamanhos imbróglios.
Acham que a Curadoria de Defesa e Fiscalização das Fundações, omissa diante dos desmandos cometidos na gestão da UNINCOR, pelo menos agora deveria se prestar a acompanhar o desenrolar dos impasses, zelando pelo cumprimento do estatuto e pelo interesse da coletividade.
A impressão, não digerida, é que não existe imparcialidade e as suspeitas de conivências desconhecidas somente aumentam o desgaste da Procuradoria Pública, em tese responsável por trabalhar para o bem comum.
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Escrito por Carlos Edyl às 17h28
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UNINCOR VIRA PALCO
PARA DISPUTA POLÍTICA
Carlos Edyl
FAUSTINHO E AILTON VILELA SERÃO OS PRÓXIMOS
ALVOS DOS EX-GESTORES DA UNINCOR
Engana-se quem pensa que terminou o imbróglio da UNINCOR.
Existe na verdade a abertura de nova frente de batalha: A POLÍTICA.
Corre na cidade comentários sobre nova liminar conquistada por Adair Pavão Ribeiro dando-lhe direito a retomar a Reitoria. Retomar é um termo mais apropriado que reassumir, já que o ex-servente de pedreiro de meia-colher considera a UNINCOR, e todo patrimônio da Fundação Comunitária, como sua propriedade pessoal com a qual faz uso e desuso conforme seus próprios interesses e vaidades.
Manipulando Adair Pavãozinho e ‘padre de pau oco’ Baldim para insistirem na tragicômica execração pública, iludidos na inadmissível possibilidade de reaverem os cargos, pompas e cofres com que tanto se refestelaram, Braz Pagani usa suas marionetes para prolongar o imbróglio UNINCOR, agora através de tentativas de desqualificar as pessoas dos ex-prefeitos Fausto Ximenes e Ailton Vilela. O argumento a ser invocado na justiça é que os conselheiros receberam remuneração, no entendimento deles, indevido. Remunerados ou não, certamente são casos previstos no Estatuto da Fundação. Além do mais, o ordenador de despesas (no papel Adair ou Baldim, mas na verdade Braz Pagani) seria o principal responsável e, por justiça, obrigado a ressarcir, devolver, esse e todos os demais pagamentos indevidos feitos pela UNINCOR.
Enquanto se mantém essa briga sobre filigranas jurídicas e interpretações do Estatuto da Fundação, consolida-se a idéia da insustentabilidade não só do retorno de Adair Pavãozinho e do ‘padre de pau oco’ Edmundo Baldim, como também a permanência de ambos no quadro de Conselheiros da Fundação, a principio reservado para pessoas de ilibada reputação e notória respeitabilidade, o que não é mais o caso.
Eles estão mais para reféns do que para cúmplices de Braz Pagani, que além de expô-los a execração pública, ainda os manipula como soldadinhos de chumbo numa batalha já vencida pela opinião pública e pela decência. É sua estratégia deixá-los na linha de frente, tentando desqualificar as pessoas do Dr. Fausto Ximenes e Ailton Vilela que tiveram atuação decisiva na moralização da nossa principal instituição de ensino. Por serem também políticos, Braz Pagani os enxerga como obstáculos na sua pretensão de disputar e vencer as eleições para prefeito municipal, pelo PDT, em outubro próximo. Muitos já ouviram que, mesmo depois disso tudo, ele realmente acredita que ainda pode conquistar a confiança do povo tricordiano para administrar nossa cidade pelos próximos quatro anos.
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Escrito por Carlos Edyl às 17h28
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POUCA PROSA
Carlos Edyl
REPUTAÇÕES AO LÉU
Adair e o ‘padre do pau oco’ Edmundo Baldim saíram da UNINCOR na tarde do dia 15 de janeiro graças a um estratagema articulado pelo Delegado Dr. Marco Aurélio Piovezam, que, para cumprir sua missão e garantir a integridade física dos antigos gestores da UNINCOR, desviou as atenções das centenas de manifestantes. Com um sorriso que deve ser entendido como mistura de cinismo, deboche, certeza de impunidade ou nervosismo inconfessável, Adair sinalizou sua indiferença em relação à opinião pública e aos destinos da UNINCOR. Muitos acreditam ser mais uma demonstração de que o manipulador mor Braz Pagani continua fazendo o que quer com os outrora respeitáveis membros da comunidade, hoje com suas reputações enlameadas e comprometidas por denúncias nunca explicadas de desvio de dinheiro público.
NOVO TRANSPORTE
O sorridente e indiferente Adair, junto do ‘padre de pau oco’ Baldim somente conseguiram sair da UNINCOR em um camburão da polícia civil descaracterizado.
É bom que comecem a se acostumar com esse novo tipo de transporte que a Justiça – mesmo que já tardia – lhes reserva.
UAI POIS POIS
Dizem que Adair prepara sua mudança para Portugal, onde inclusive já teria adquirido uma luxuosa propriedade.
- Pôxa, o que será que ele tem contra os portugueses????
HERMANOS
Outros disseram que Adair, com sua arrogância e mania de grandeza, deveria ir para a Argentina.
E.T.
Outros ainda querem que ele vá para Varginha!!!!
Afinal, hoje em dia há muuuito mais gente que acredita em ET’s do que nas palavras e boas intenções da vaidosa marionete Adair.
Entre risos, e o temor de que ele estaria perto perigosamente, prevaleceu à certeza de que é uma chance de Adair Beira-rio ajudar Três Corações a superar sua cidade-irmã.
Alguns apressadinhos, mesmo não precisando diante da vultosa fortuna acumulada pela risonha marionete Adair, já se dispuseram a fazer uma vaquinha pra agilizar a mudança dele – e corriola – o mais rápido possível.
DORMONID
Apesar do sorriso cínico em público, o marionete Adair há tempos não dorme direito. Passa a noite andando pra lá e pra cá, dizendo coisas sem sentido, e – pior – garantem, com uma arma na cintura.
NOVA TENTATIVA
Braz Pagani já decidiu tentar novamente nesta semana, através de outra ação judicial, forjar a posse de suas marionetes Adair Sorriso e ‘padre de pau oco’ Baldim no comando da UNINCOR.
Para eles – ele – não interessa a decisão do Conselho nem muito menos a opinião publica. O intere$$e é outro e bala ($) na agulha não falta.
A DANÇA DOS BONECOS
Já que não sobrou nada da reputação do Adair ‘Meia-Colher’ e ‘padre do pau oco’ Baldim, as marionetes deverão oferecer mais um lamentável espetáculo de degradação pública para a população tricordiana, cada vez mais sedenta de justiça e enojada de tanta sordidez.
RHONNEL
Se antes passivo na incorporação de entidades de vigor sobrenatural, Rhonnel Américo da Silva, sempre foi mais conhecido como ‘pai’ Rhonnel, sacerdote yorubá e guru espiritual do nunca mais reitor da UNINCOR Adair Pavãozinho, do que como professor de história da África ou de Ouvidor da Entidade, nomeado pelo seu companheiro de terreiro e de ritos de sacrifícios de animais.
Hoje, impressiona a desenvoltura com que Rhonnel toma a iniciativa e influencia explicitamente a marionete Adair, sempre temeroso de forças sobrenaturais.
Por enquanto, com os mesmo interesses, Braz Pagani tolera a influência do sacerdote sobre sua marionete Adair Pavãozinho, mas quando os interesses divergirem, Braz Pagani sabe como mandar cada um pro seu próprio terreiro.
LEIS DOS ORIXÁS
Adair Marionete Risadinha continua demonstrando ter muito mais temor às forças dos orixás do que do Poder da Justiça. Se todos fossem como ele, temerosos do sobrenatural e indiferente às regras sociais, não haveria o que conhecemos como sociedade e nossos destinos seriam traçados num terreiro qualquer conforme o ‘sacerdote’ yorubá que a ele, Adair, é merecedor de muito mais respeito que qualquer autoridade judiciária existente.
CURADOR?
O professor Allan Kardec ingressou com representação na Corregedoria do Ministério Público questionando a atuação do promotor Dr. Rubens Andrade Maciel durante o transcorrer dos problemas da UNINCOR.
Por ser responsável pela Curadoria das Fundações, o promotor Dr. Rubens, por obrigação ética, moral e profissional, deveria pautar seu trabalho por zelar pela saúde financeira e moral de todas as fundações da comarca, inclusive, claro, da FCTE.
REINCIDENTE
O juiz aposentado Dr. Josefino de Carvalho também havia ingressado com representação similar junto à mesma corregedoria, levantando a suspeição do atual Curador das Fundações diante das inequívocas provas de seu envolvimento profissional, direto ou indireto, remunerado ou não, com a UNINCOR.
ZÉ DIRCEU TRICORDIANO
Uma questão de puro bom senso que, a partir de explicitamente ignorado, motivou a Corregedoria Estadual a lembrar a todos, TODOS, representantes do Ministério Público o Estado de Minas Gerais, sobre a obrigatoriedade de zelar pela própria isenção na função de Curador das Fundações, evitando estabelecer qualquer vínculo direto ou não, remunerado ou não, que levante a suspeição do representante da instituição do Ministério Público quanto a sua imparcialidade e desinteresse na gestão das Fundações sob sua jurisdição.
De tão óbvio, que parece que não aconteceu, mas INFELIZMENTE acontecia, acontece aqui, nessa cidade de Três Corações.
Dizem alguns que os tentáculos do Braz Pagani se estenderam e seduziram aquele que um dia foi como o Zé Dirceu, rebelde e idealista, e hoje é ainda mais parecido com Zé Dirceu, na imagem associada a interesses desconhecidos e inconfessáveis.
DICA PARA EVITAR CONSTRANGIMENTOS
Por falar nisso, se já era notória a antipatia mútua entre Dr. Rubens Andrade Maciel e Dr. José Antero Monteiro Filho, o caso UNINCOR veio revelar e comprovar a irreversível incompatibilidade de valores entre ambos.
Profissionais do judiciário sabem que não se deve convidar os dois para a mesma mesa.
ZEZINHO FOFOCA
O experiente e desinteresseiro perguntador futebolístico Zezinho Rodrigues resumiu a poucos, educados e tolerantes interlocutores, o acesso a seus inteligentes e analíticos comentários durante o imbróglio UNINCOR. Foi visto encostado no carrão do Braz Pagani, que lhe facultou carona, também desinteressada, claro.
Zezinho Rodrigues, amigo, entre aspas de todo mundo, já há algum tempo anda radiante com a tentativa de intimidação feita por Braz Pagani a minha pessoa, exatamente pelos meus comentários críticos sobre o que acontece na UNINCOR e veiculados na NET.
Muitos me disseram que essa pseuda intimidação feita por Braz Pagani na tarde do dia 16 de janeiro quanto ao meu exercício critico profissional, despertou faíscas nos olhos do perguntador da Rádio Tropical, que, sem coragem de se aproximar para presenciar a conversa na integra, foi – mau – orientado a disseminar uma versão de um diálogo cujo nível a ele é inacessível e de interesses bem diferentes aos seus.
Depois de presidente do Atlético Clube Três Corações, Zezinho Rodrigues quer ser prefeito de Três Corações. Por isso sua conveniente troca de experiência com outros políticos pré candidatos. Nada a ver com notória facilidade com que ele abre espaço no programa nobre da Rádio Tropical ‘Cidade em Revista’ com entrevistas que, pela tabela, custariam muuuito mais caro que o preço de uma sodinha, um pastel e um passeio de carro pela cidade. Tsc Tsc Tsc
A COR DO DINHEIRO
O ‘padre do pau oco’ Baldim e Adair Pavãozinho devem ser brevemente acionados judicialmente sobre os desmandos cometidos no apagar das luzes da tenebrosa gestão.
Além de ordenar pagar 300 mil reais para o Braz Pagani na tarde da ultima sexta-feira do seu mandato, foram responsáveis pelo sumiço de computadores, documentos e outros patrimônios da UNINCOR.
Caso de ladrões. Foi assim que aprendi chamar os que roubam dinheiro alheio. Se juridicamente há outro nome, é por força de eufemismo. Para mim, e todos os muitos, isso é atitude de ladrões. E não nos fazem medo por força bruta nem ameaça de acionamento judicial. A maioria do nosso povo tem como valor a dignidade, honradez, honestidade, virtudes que, tardiamente descobrimos, não fazem parte da índole desses nefastos gestores que hoje se submetem a manipulação politiqueira do Homem-forte da UNINCOR Braz Pagani.
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Escrito por Carlos Edyl às 17h28
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Três Contra Três:
TRÊS PREPOTENTES CONTRA
TODA TRÊS CORAÇÕES
Carlos Edyl
UMA NOVELA QUE NUNCA VALE A PENA VER DE NOVO
Parece até daqueles filmes de terror, bem ‘trash’, onde quando tudo se encaminhava para um final feliz eis que ressurgem cadáveres insepultos, como zumbis a aterrorizar os sobreviventes.
A semelhança é tanto no desenrolar do roteiro quanto na caracterização dos personagens. Vejamos:
TRASH
O filme de terror ‘trash’ é a síntese da trama – e tramóias – que caracterizaram a gestão da UNINCOR nos últimos anos.
Os cadáveres insepultos e putrefatos são as corrompidas e corroídas figuras do Adair Ribeiro e Padre Baldim, sob o comando de Braz Pagani, ameaçando retomar a gestão da UNINCOR;
O final feliz, após temporariamente adiado por uma sórdida reviravolta, é confirmado com a consagração do Dr. Ubsclender Carneiro Pereira como Presidente da Fundação Tricordiana Comunitária de Educação e da professora Joana Beatriz como legítima Reitora da UNINCOR;
Os sobreviventes somos todos nós, população tricordiana.
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
Complementando o elenco, com decisivas participações, temos os ‘Conselheiros da Távola Redonda’: Ex-prefeitos Faustinho e Ailton Vilela, professora Nilza, Gilberto Cirilo ‘Cigano’ Miranda, Dr. Luis Carlos Coelho e Professor Allan Kardec.
ERRO GRAVE
Fazemos nosso mea-culpa, esclarecendo o equívoco de identificar como Conselheira Votante, e pior, do lado mais nefasto, a professora Helena Junqueira. Ela, pessoa integra e de bons valores, usufrui sua merecida aposentadoria em Carmo de Minas, e por falha nossa, foi injustamente apontada como integrante da quadrilha encastelada que se dedicou a rapinar o patrimônio público, sem o mínimo indício de pudor. A ela, professora HELENA JUNQUEIRA, nossas sinceras desculpas e o registro da admiração e respeito que a senhora soube conquistar.
ERRO MAIS GRAVE AINDA
A Conselheira Helena Roda se aproveitou desse equívoco com sua xará Helena Junqueira para se manter anônima, nas sombras e a serviço das trevas. É dela o papel de vilã que é desmascarada no finzinho da estória.
FORÇAS OCULTAS
Como todo enredo medíocre e farsesco, não poderia faltar o papel do guru, bruxo, que invoca o sobrenatural para interferir e propiciar vantagens materiais aos seus adoradores. Sem questionamento esse papel é do guru espiritual do Adair o tal ‘pai’ Rhonnel, praticante do culto Yorubá onde é comum o sacrifício de animais como galinhas d’angola e bodes. (Geralmente às terças-feiras, no sítio do Tambor)
BESTIAL
O papel do ser antropomórfico, com instintos e ética animalesca, capanga de remuneração escusa para tarefas sujas, foi tão sadicamente interpretado pelo maestro e chefe de segurança do Adair Valmir Rosa, que seu destino será sempre atado ao do seu manipulável mentor.
O BOM DE PAPO
Não pode faltar o vilão bom de papo, simpático e atencioso. Nem por isso menos nocivo. Com vasta experiência, Braz Pagani certamente é o que deixou menos vestígios para efeitos legais. Eloqüente, arrojado e perspicaz, seu poder é o dom da palavra e persuasão, com os quais começou a manipular Adair Ribeiro e o ‘padre de pau oco’ Baldim. Quando obteve farta documentação comprometedora, tornou Adair e ‘o padre de pau oco’ mais que meras marionetes, mas verdadeiros reféns de seus próprios interesses.
O PAVÃO PARANÓICO
Da camarilha dos três (que na verdade são quatro), Adair Ribeiro sempre foi o mais manipulável e vulnerável. Também nem por isso menos nocivo. Foi presa fácil para Braz Pagani tão logo este percebeu sua exacerbada vaidade que o desconectava com o mundo real. Mesmo alertado sobre os riscos que corria, Adair arrogantemente respondia que usaria Braz Pagani somente enquanto fosse do seu interesse. Mais uma manifestação da sua patológica mania que o faz subestimar a inteligência alheia, acreditando somente na sua pseudo-magnitude e, claro, no poder sobrenatural com que o ‘pai’ Rhonnel espertamente lhe impressionava.
É o reizinho entorpecido com homenagens como a recentemente conferida por uma instituição do Panamá (!!!), que foi motivo para o pavãozinho posar para fotos e aparecer em colunas sociais e primeiras páginas cujo espaço havia sido devidamente comprado pela UNINCOR. Sua paranóia de superioridade tornava todos os demais inferiores e via complôs de pessoas que invejavam sua pseudo magnificência.
O AUTISTA ENTEDIADO
Padre Baldim há tempos não esconde seu ar enfadonho. Fica a filosofar esterilmente, embasado na cultura que lhe foi dada pela igreja católica nos seus tempos de seminarista e sacerdote, renegando, ou melhor, ignorando o conhecimento humanista que é inerente a filosofia cristã. Dá de ombros a mediocridade alheia.
Recentemente, sinalizou certa indignação com os desmandos feitos na UNINCOR, fingindo papel de vitima traída. Mas seus interesses materiais, e a necessidade de impunidade, o levou a retomar seu devido papel de marionete a serviço dos desejos e vontade do chefão Braz Pagani. Doutrinamente, a consciência é agravante.
O GUERREIRO DA JUSTIÇA CONTRA O DRAGÃO DA MALDADE
Quase nome do filme do Glauber Rocha. O Guerreiro é o Dr. José Antero Monteiro Filho, o ‘Monteirinho’ como é carinhosamente conhecido pelos muitos amigos e admiradores, de trajetória ilibada no Ministério Público e Procuradoria. Esse grande tricordiano, com a frase – “Eu não me chamo Monteiro?” tranqüilizou o público presente enquanto desenrolava a trama urdida pelo Adair Pavãozinho e ‘padre de pau oco’ Baldim nos interiores da Reitoria. Dr. Monteiro se empenhou a enfrentar o ardiloso dragão que tecia interpretações jurídicas para manter a gestão da UNINCOR rumo ao abismo, enquanto sua imperdoável omissão era suspeita de ser regiamente remunerada com dinheiro público.
EPÍLOGO
Se num ponto, essa tragicômica e dantesca farsa, repleta de estereótipos que se alteram entre o previsível e o bizarro, foi imposta a nós como realidade, noutro ponto existe a forte suspeita de que uma absurda quantia foi descaradamente ROUBADA – chega de eufemismos – do patrimônio público, exatamente por pessoas que tinham a obrigação e o dever de zelar pelo bem comum.
A Justiça irá ligar um ponto ao outro, impondo as penalidades previstas e forçando o ressarcimento do dinheiro que nos foi roubado por uma quadrilha que se enriqueceu a custa do endividamento de muitos alunos e famílias inadimplentes.
THE END
Essa tragédia não se admite continuação e nem replay.
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Escrito por Carlos Edyl às 17h27
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CAÇA DAS BRUXAS
A CAÇA DAS BRUXAS
Carlos Edyl
O chefe do esquema de segurança e da tropa de choque do Adair ‘nunca mais reitor’, Valmir Rosa, com naturalidade que se confunde com arrogância que lhe é típica, diz pra quem quer ouvir que tirou muuuitas fotos dos manifestantes no pátio da UNINCOR. E todos esses serão sumariamente demitidos se caso o ‘nunca mais reitor’ Adair Pavãozinho pudesse retomar o cargo que não soube honrar nem dignificar.
Diante da impossibilidade de demissão sumária já que o ‘nunca mais reitor’ Adair Marionete perdeu toda credibilidade, é de se esperar algum tipo de retaliação por parte do Pavãozinho e sua tropa de choque. No site da Rádio Tropical conseguimos algumas fotos registrando cidadãos que, naquele momento, representavam o desejo e o repúdio de toda população. Isso poderá ajudar o adiposo regente na orquestração sádica de saciar seus – e do seu mentor Adair Pavãozinho – instintos de destilar o fel resultante do repúdio público e notório.
Com a covardia que sempre lhe é inerente, a tropa de choque deverá agir sordidamente, nas sombras, tentando evitar responsabilidades. Mas suas mãos sujas sempre deixarão digitais. E além do mais, toda população se enquadra como alvo da sanha vingativa da tropa de choque, integrada por conhecidos e asquerosos integrantes. Como é mais que óbvio, certamente a imprensa, - independente e critica ( e escassa)- deveremos ser os primeiros a enfrentar a sordidez e baixarias típicas dos covardes.
TOUCHÉE!!!!
Escrito por Carlos Edyl às 17h17
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